Reflexão do Dia 26/11/2022

Quando o Divino Mestre nos recomendou não desprezar os pequeninos, esperava de nós não somente medidas providenciais alusivas ao pão e à vestimenta.

Não basta alimentar bocas famintas ou agasalhar corpinhos enregelados. É indispensável o abrigo moral que assegure ao espírito renascente o clima de trabalho necessário à sua sublimação.

Muitos pais garantem o conforto material para os filhos, mas lhes relegam a alma a lamentável abandono. A vadiagem na rua é fábrica de delinquentes, e o relaxamento espiritual no reduto doméstico pode gerar demônios sociais de perversidade.

Assim, em muitas situações, muitos filhos, amparados somente pelo dinheiro ou por postos de evidências espalham miséria e sofrimento, sombra e ruína, com uma deplorável impunidade frente a justiça terrena. Não desprezemos, pois, as nossas crianças, entregando-as aos impulsos da natureza animalizada.

Recordemos que todos estamos em processo de educação e reeducação, diante do Divino Mestre. O prato de refeição é importante no desenvolvimento da criatura, todavia, não podemos esquecer que “nem só de pão vive o homem”, nos ensinou Ele.

Lembremo-nos da nutrição espiritual das crianças, através de nossas atitudes e exemplos, avisos e correções em tempo oportuno, de vez que, desamparar moralmente a criança nas tarefas de hoje, será condená-la ao menosprezo de si mesma, nos serviços do amanhã.

Neste sábado, incrementemos o nosso final de semana meditando sobre as crianças e sobre este grande ensinamento, afinal, todos somos filhos, e quase todos temos filhos ou netos.

Um abraçaço!

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